terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Mais um ano que cumprimos com êxito na história da Educação Especial de Maracaju, nesses 4 anos posso dizer que realizamos com sucesso e avançamos muito na questão de Educação Inclusiva, e assim podemos falar que foi uma educação com respeito a diversidade e responsabilidade. Está em alguns jornais do MS que a Educação Especial de Maracaju é destaque nesses 4 anos, e este mérito não é somente da equipe da Secretartia de Educação que muito nos ajudou mas, é um mérito de todos que lutaram para que hoje e Educação Especial seja um destaque é mérito das professoras especialistas, intérpretes, itinerantes, domiciliar, técnica da educação especial, secretárias de Educação de Maracaju Josiane Freire, Carolina de Souza e Adriana Minervini e equipe SEME e também do prefeito Celso Vargas que muito nos apoiou nestes 4 anos.Foram realizadas sessões de estudo quinzenais, cursos em braile, sorobã, OM, cursos de LIBRAS, palestras.  Agradeço também as parcerias com a técnica do NUESP Shirley (Nioaque) e Rosimari (Maracaju) e aos meus queridos e competentes amigos que foram meu apoio e aliados nesta jornada Sidinei e Etalívio estes dois meninos adoráveis muito me ajudaram com os cursos maravilhosos de credibilidade e fizeram os profisisonais em educação  acreditar que é possível realizar bons cursos com eficaz conhecimento e autenticidade.valorizando os profisisonais de Maracaju. Educação se faz com respeito, responsabilidade e credibilidade, principalmente a Educação Inclusiva que está aí mostrando para todo o Estado do MS nossa competência em realizar uma Educação Especial que valoriza e respeita a diversidade.Muito obrigada meus parceiros e espero que este sucesso se repita a cada ano superando dificuldades e fazendo valer nosso compromisso com a Inclusão.

sábado, 10 de setembro de 2011

III SEMANA MUNICIPAL DAS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

A Educação Especial no município de Maracaju com o apoio da Secretária de Educação Carolina Ferreira e do  prefeito Celso Vargas vem realizando com eficácia seu papel na Inclusão. Desta forma as salas de recursos além de receber equipamento do MEC também recebe ajuda da prefeitura com materiais didáticos pedagógicos, cadeira de roda adaptada para aluno com pc. Adequação e acessibilidade. E desde o primeiro ano do mandato do prefeito Celso Vargas vem sendo comemorada a Semana Municipal das Pessoas com Necessidades Especiais. É realizado cursos de braile , libras e soroban em parcerias com professores e interpretes e com o CAP/DV de Campo Grande. Sabemos que muito ainda temos que vencer para derrubar barreiras e preconceitos contra a Inclusão mas acreditamos que estamos no caminho certo. A Técnica da Educação Especial Wilma Moreira Kleinhans e a Psicóloga Roveana Liara Trento realizam sessões de estudo para o Atendimento Educacional Especializado quinzenalmente tirando as dúvidas dos professores do AEE, bem como estudam diversos temas e estudos de casos, realizando assim amenizar dúvidas sobre as diversas deficiências.

III SEMANA MUNICIPAL DAS PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS
























Abertura da III Semana Municipal das Pessoas Com Necessidades Especiais


Técnica da Educação Especial realizando a abertura da Semana

Professor e Intérprete em Libras realizando a interpretação da música A casa de Vinícius de Moraes

  Secretária de Educação Carolina falando da imporância da Educação Inclusiva

Eu Técnica da Educação Especial Wilma Moreira  e minha companheira, colega e amiga de trabalho a psicóloga Roveana Trento


Professor Erley falando sobre o bullingy





  Trabalho realizado pelos alunos Especiais nas Salas de Recursos Multifuncionais




Piquenique das crianças

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Orientações sobre as atribuições e a formação em serviço de professores das salas de recursos e de itinerância: A articulação com professor das classes comuns
Pessoas com deficiência são aquelas que têm impedimentos de natureza física, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade com as demais pessoas (ONU, 2006).

As diretrizes inclusivas para a Educação Especial têm como marco a promulgação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006), que, com a equivalência de Emenda Constitucional, possibilitou a edição do Decreto 6571 de 17 de setembro de 2008 e a Resolução Nº 4 do CNE/CEB, publicada no dia 2 de outubro de 2009 .

O Atendimento Educacional Especializado (AEE), garantido pelo artigo 208 da Constituição Federal, é hoje regulamentado e deve ser ofertado no período oposto ao da escolarização para que não incorra em prejuízo para o aluno com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, tendo em vista que um dos objetivos da educação é o exercício da cidadania e a participação das pessoas com deficiência em uma sociedade plural e livre.

O AEE torna-se efetivo, e as inúmeras atribuições do professor da Educação Especial, da modalidade que acompanha todas as etapas do ensino, demonstra a sua importância dentro da política nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva.

O professor da Educação Especial tem papel fundamental na promoção da educação inclusiva e para o acesso e permanência dos alunos com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento na escola.

Cabe a ele, entre outras coisas, tornar possível, orientar, sugerir, adaptar, apoiar e dar o suporte necessário para o aluno e o professor de turma regular, e demais profissionais da educação, com estratégias que permitam o desenvolvimento das habilidades e potenciais do educando, e, sempre que possível, com a plena participação das famílias envolvidas.

O Atendimento Educacional Especializado – AEE - é o modo de igualar condições, romper barreiras e possibilitar a participação efetiva e plena na sociedade.

Professores da Educação Especial e de classe comum devem trabalhar juntos para atingir os objetivos da inclusão educacional, abrindo mão de idéias pré concebidas e reconhecendo cada aluno como único, independente da condição.


Atribuições dos Professores de Atendimento Educacional Especializado


As atribuições dos profissionais de Atendimento Educacional Especializado encontram-se expressas no artigo 13 da Resolução CNE/CEB Nº 4, de 2 de outubro de 2009 - do Conselho Nacional de educação (CNE) e da Câmara de Educação Básica (CEB) - que Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial.

A Resolução CNE/CEB Nº 4, de 2 de outubro de 2009 disponível para download em http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_09.pdf
1. Atuar, como docente, nas atividades de complementação ou suplementação curricular específica que constituem o Atendimento Educacional Especializado (AEE);

2. Atuar de forma colaborativa com o professor da classe comum para a definição de estratégias pedagógicas que favoreçam o acesso do aluno ao currículo e a sua interação no grupo;
3. Promover as condições para a inclusão dos alunos em todas as atividades da escola;
4. Orientar as famílias para o seu envolvimento e a sua participação no processo educacional;
5. Informar a comunidade escolar acerca da legislação e normas educacionais vigentes que asseguram a inclusão educacional;
6. Participar do processo de identificação e tomada de decisões acerca do atendimento às necessidades educacionais especiais dos alunos

7. Preparar material específico para uso dos alunos na sala de recursos;
8. Orientar a elaboração de materiais didático-pedagógicos que possam ser utilizados pelos alunos nas classes comuns;

9. Indicar e orientar o uso de equipamentos e materiais específicos e de outros recursos existentes na família e na comunidade;

10. Articular, com gestores e professores, para que o projeto pedagógico da instituição de ensino se organize coletivamente numa perspectiva de educação inclusiva;

Participar das reuniões pedagógicas, dos conselhos de classe, da elaboração do projeto pedagógico, [...]

Serviços Itinerantes inclui também: serviço ofertado por profissional especializado em educação especial, na educação infantil, no ensino fundamental e médio. Esse serviço de apoio pedagógico especializado é desenvolvido por professor itinerante especializado em educação especial. Esse profissional participará do processo de desenvolvimento e aprendizagem nas atividades escolares, avalia e ajuda a elaborar objetivos, a delineia os conteúdos, as estratégias e procedimentos relativos à dinâmica da sala de aula e de toda a rotina escolar. Inclui-se, nessa forma de apoio pedagógico especializado, também o professor intérprete.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Todos juntos
Incluir alunos com deficiência em escolas regulares requer transformação pedagógica
VANESSA COSTA SANTOS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Quando Eduarda Almeida Magalhães fez seis anos, seu pai, Nilton Campos Magalhães, decidiu matriculá-la no mesmo colégio onde sua filha mais velha estudava.
Um ano e meio depois, Nilton precisou trocar a caçula de escola. "Eduarda é surda. O combinado era que o colégio providenciaria a capacitação de um professor para ajudar no aprendizado da milha filha. Mas depois alegaram que era muito caro."
Eduarda foi então transferida para a escola de ensino fundamental Vasco Pinto da Fonseca, da rede pública de Contagem (MG). Hoje, aos 12, faz a segunda série do ensino fundamental 2, completamente integrada às atividades do currículo como todos os seus colegas.
E não está sozinha: entre os 1.200 alunos da instituição, há cerca de 40 alunos com algum tipo de necessidade especial, entre surdos, disléxicos, cadeirantes, crianças com baixa visão e síndrome de Down.
A história de Eduarda resume o debate sobre a inclusão de crianças com deficiência na rede regular de ensino e as condições necessárias para que dê certo: capacitação dos docentes, adaptação do currículo e vontade e disposição para isso.
"Uma pesquisa nacional mostrou que 85% dos professores da rede pública não se sentem preparados para receber um aluno com deficiência em classe e até prefeririam que isso não acontecesse", diz a deputada federal Mara Gabrilli (PSDB-SP).
A dupla matrícula, que acontece quando o aluno com deficiência frequenta a rede regular de ensino e, no contraturno, a escola especial, é o conteúdo da meta quatro do PNE2011-2020 (Plano Nacional de Educação) do MEC (Ministério da Educação), que ainda espera por aprovação.
APRENDIZAGEM
A escola Vasco Pinto da Fonseca inaugurou em fevereiro sua sala de atendimento especial, uma das possibilidades de atendimento dos alunos com deficiência no contraturno das atividades regulares (e alternativa à instituição especial).
O evento deu um salto à vocação inclusiva da escola e acabou motivando uma reunião entre a gestão, os professores e os pais de alunos.
Quem reivindicou a reunião foi Alexandre Vilefort, pai de dois alunos regulares, um menino de 13 e uma menina de 9 anos.
"Só na sala do meu filho, há sete alunos de inclusão. Se não houver planejamento e preparo do professor, haverá prejuízo pedagógico para todos, com ou sem deficiência", diz. Um dos resultados da reunião foi a locação de mais auxiliares por classe.
Para Eduardo José Manzini, ex-presidente da ABPEE (Associação Brasileira de Pesquisadores em Educação Especial), é necessário ter profissionais qualificados. "A tendência do professor despreparado será sempre excluir o aluno diferente e não puxar a sala para perto dele", afirma. 
FLEXIBILIZAR
No Colégio Renascença, instituição privada na região central de São Paulo, entre seus 900 alunos, 12 têm deficiências, como síndrome de Down e deficit auditivo.
"Temos no máximo quatro crianças com deficiência por sala. Se há a necessidade de inserirmos mais alunos, ampliamos o quadro de profissionais", afirma o diretor João Carlos Martins.
Segundo a psicopedagoga Cláudia Feldman, essa visão holística da Educação, que vem com a inclusão, é boa para a escola, faz com que ela reflita sobre as metas do aprendizado e as flexibilize em relação a todos os alunos.
A presença de um aluno com deficiência em classe leva o professor comprometido a rever suas estratégias pedagógicas e de avaliação.
"O conflito atual é como lidar com isso ao mesmo tempo em que temos que preparar os alunos para o vestibular. Mas aprender pode significar muito mais do que entrar numa boa universidade", afirma a piscopedagoga.
Fonte: Folha de São Paulo (SP)